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Unifesspa recebe doação de equipamento para ensino e pesquisas em soldagem
Fonte: Site Zeca News                      Imagem: Site Zeca News



O Instituto de Geociências e Engenharias (IGE) da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) recebeu da empresa SINOBRAS a doação de um equipamento que vai auxiliar as atividades de ensino e pesquisa desenvolvidas no curso de Engenharia de Materiais. Trata-se de uma fonte de soldagem muiltiprocesso desenvolvida com tecnologia nacional.

O professor Márcio Corrêa, diretor da Faculdade de Engenharia de Materiais e coordenador do Curso, destacou a importância do equipamento para o avanço das pesquisas desenvolvidas na Unifesspa. “Vai permitir a ampliação dos estudos na área de soldagem, um ramo da União de Materiais, importante para a região de Carajás.

Os alunos terão atividades práticas na área de soldagem, não só na questão do ensino de soldagem, mas na pesquisa da metalurgia da soldagem, ou seja, estudar os efeitos decorrentes da soldagem, desenvolvendo novos materiais”, explicou. Gerson Rusky, o gerente da Aciaria da SINOBRÁS, ressaltou a importância da parceria com a Unifesspa. “Já é uma relação antiga com a universidade em que desenvolvemos diversos projetos em conjunto, com a colaboração de alunos e professores. Uma parceria importante e antiga que vem gerando bons resultados”.



O estudante Jailson Cuimar, um dos primeiros alunos a testar as funcionalidades do equipamento, comemorou a chegada da máquina no laboratório. “Foi muito importante porque vai nos permitir um maior aprendizado, complementando o conhecimento teórico obtido em sala de aula, a partir da prática com um equipamento de última geração, de fácil manipulação, que executa diversos processos de soldagem”, concluiu.


Parceria permite o treinamento e a formação de mais de 50 soldadores em Campo Limpo Paulista

Fonte: Site Prefeitura de Campo Limpo Paulista        Imagem: Murilo Borçal


Em solenidade de formatura realizada no final de setembro, na Câmara Municipal, o Fundo Social de Solidariedade de Campo Limpo Paulista conferiu a 52 alunos os certificados de formação no curso de soldador.

Mais de 50 soldadores são formados em solenidade na Câmara Municipal de Campo Limpo Paulista

O curso de Soldagem foi resultante de uma parceria estabelecida entre o Centro Paula Souza, a ETEC Campo Limpo Paulista, e o Fundo Social de Solidariedade, que proporcionou aos munícipes, por um mês, aulas gratuitas de soldagem em uma unidade móvel (carreta), toda equipada com sala de aula e baias de soldagem.

O Quinteto de Metais, sob a regência do maestro Ederlei, abrilhantou a cerimônia. Emocionado com o público presente, o professor Josuel Trindade parabenizou os formandos e fez agradecimentos ao prefeito por ter viabilizado esta parceria de sucesso. Aliás, sucesso foi a palavra chave do depoimento da aluna Viviane Keiko, quando relatou seu propósito de futuro com o término do curso. “Meu vizinho precisou fixar um corrimão e eu mesma fui soldá-lo na parede. Surpreendi a mim mesma e ao meu marido, que elogiou o meu trabalho; por isso, quero me dedicar à área, pois sei que terei muito sucesso”, ressaltou ela.

Prestando agradecimentos em nome de toda ETEC e Centro Paula Souza, a diretora Lúcia Helena Matioli falou sobre o programa Via Rápida, do governo do Estado, por meio do qual os alunos se inscreveram para o curso de Soldagem. Ela destacou a tecnologia de ponta da unidade móvel e colocou a ETEC à disposição dos alunos para a realização de novos cursos. Maria OlíviaGonçalves Pereira, presidente do FUNSS, também parabenizou os formandos e disse que sentirá falta do convívio diário com os alunos, uma vez que a unidade móvel permaneceu instalada ao lado da sede do FUNSS para o desenvolvimento do curso. A presidente reforçou também o comprometimento do FUNSS com o aprendizado e falou da importância da educação. “Acredito no poder transformador da educação e, agora, com o certificado em mãos, vocês já deram o primeiro passo para iniciar essa longa caminhada, pois competência e dedicação todos têm”, finalizou ela.


Antes da entrega dos certificados, o prefeito José Roberto encerrou as falas ressaltando sua felicidade em poder prestigiar mais uma formatura com tantos formandos. O chefe do Executivo agradeceu os órgãos envolvidos na realização do curso, com ênfase à Guarda Municipal, que monitorou a carreta ao longo dos 30 dias, à Secretaria de Educação, que forneceu os lanches para os alunos, ao Departamento de Serviços Urbanos, por toda assistência elétrica prestada, e à Secretaria de Obras, por ter viabilizado, através de estudo prévio, a instalação da carreta. Encerrada a entrega dos certificados, os alunos receberam no local as informações referentes à retirada dos benefícios.


Projeto atende demanda de mercado ao oferecer capacitação a jovens em situação de risco social

Fonte: Instituto Aço Brasil / ArcelorMittal                   Imagem: ArcelorMittal

A realidade do pleno emprego no Brasil pode ser mito quando se fala em mão-de-obra qualificada. Faltam profissionais capacitados para diversas posições. As obras de infraestrutura que estão sendo realizadas no País, motivadas pelos eventos esportivos da Copa 2014 e Jogos Olímpicos Rio2016, pressionam ainda mais a busca por determinadas profissões. Esse é o caso, por exemplo, do profissional de solda.

ArcelorMittal promove, com o apoio de várias empresas parceiras,  projeto de inclusão social Cidades da Solda

Nesse contexto, a ArcelorMittal promove, com o apoio de várias empresas parceiras, o projeto de inclusão social Cidades da Solda. Idealizado pelo Promimp - Programa de Mobilização da Indústria de Petróleo e Gás Natural - através da Câmara da Indústria do Petróleo e Gás da FIEMG, o projeto Cidades da Solda visa capacitar jovens desempregados e em situação de risco social para se tornarem soldadores, essenciais em vários projetos em andamento hoje no Brasil. Dessa forma, é dada a esses jovens a oportunidade de desenvolvimento profissional e inclusão no mercado de trabalho, ao mesmo tempo em que se atende a uma demanda por mão-de-obra capacitada.

A fim de implantar o projeto em algumas cidades onde atua, a Fundação ArcelorMittal Brasil articulou parcerias, assumiu a coordenação geral das atividades e distribuiu papéis e responsabilidades. O resultado foi o envolvimento de parceiros importantes, além do SENAI (Serviço Nacional da Indústria), que ministra os cursos, como Votorantim, White Martins, ESAB, Belgo Bekaert, unidades da ArcelorMittal e prefeituras. “A capacitação dura quatro meses e prepara os alunos para trabalharem em diversos ramos da indústria, onde terão a oportunidade de um primeiro emprego com boa remuneração”, afirma Marcos Bueno, analista de projetos da Fundação ArcelorMittal Brasil.

Em Juiz de Fora e João Monlevade, munícipios do interior de Minas Gerais, já foram graduados cerca de 102 soldadores. Na última turma, aproximadamente, 68% dos formandos já estavam empregados. Parceira da ArcelorMittal no projeto, a construtora CODEME, em Juiz de Fora, realiza processos seletivos para os recém-formados, um bom indicativo do interesse do mercado por profissionais de solda. Para participar do projeto o jovem deve ter entre 18 e 24 anos e participar da pré-seleção realizada pelas prefeituras locais. Mais informações pelo site: www.famb.org.br.


OSX concebe e implementa o Instituto Tecnológico Naval

Fonte: OSX Imagem: Grupo EBX / Instituto Tecnológico Naval (ITN)

Com o objetivo de desenvolver pesquisas, promover projetos e patrocinar iniciativas voltadas à inovação tecnológica, a OSX concebeu e implementa o Instituto Tecnológico Naval – ITN, que será implantado em quatro etapas.

Em sua primeira fase de desenvolvimento, o ITN está treinando e capacitando profissionais dedicados às carreiras que compõem as equipes da Unidade de Construção Naval (UCN) e da OSX Serviços. Do convênio firmado com a Firjan, por meio do Senai-RJ, foi desenvolvido o Programa de Qualificação Profissional em Construção Naval, que viabilizará a capacitação de 3,1 mil profissionais até 2013. A iniciativa representa a primeira parceria firmada pelo ITN e conta com investimento de cerca de R$ 13 milhões para a formação de mão de obra qualificada.



O Programa de Qualificação Profissional em Construção Naval teve mais de 19 mil interessados de Campos dos Goytacazes, São João da Barra e cidades próximas. O processo seletivo foi composto de três etapas. Os cursos são gratuitos e os candidatos selecionados recebem uma bolsa auxílio. São 23 cursos gratuitos em Metal-Mecânica, Eletricidade, Metalurgia, Automação/Instrumentação, Petróleo, Operação Automotiva, Construção Civil, Gestão. Outra curiosidade é que dos 14 mil aprovados quase 50% são mulheres.

Já a segunda fase de implantação do ITN contempla ações de treinamento, assistência técnica e supervisão da operação, em parceria com a Hyundai (40 especialistas baseados no Brasil durante 5 anos); 80 colaboradores da UCN Açu em treinamento no estaleiro Hyundai em Ulsan, Coréia do Sul; Implantação do ITN na UCN Açu, com área aprox. de 1.800 m2; Instalações para oficinas, laboratórios, salas de aula, auditório e biblioteca; Implantação de sistemas de operações de unidades offshore.

A terceira fase tem como meta identificar fornecedores com potencial de desenvolvimento de novos materiais, equipamentos e metodologia de trabalho inovadores, focados na demanda da OSX. Na quarta fase, o ITN estabelecerá parcerias com instituições acadêmicas e de pesquisa, brasileiras e internacionais, orientadas para o desenvolvimento e assimilação de novas tecnologias.


Clique aqui e veja o vídeo do ITN (Instituto Tecnológico Naval).

Aprendiz Nota 10: TENACE forma mais 7 aprendizes

Fonte: TENACE

A TENACE formou, em junho de 2011, aprendizes de Elétrica, Caldeiraria e Soldagem, integrantes do Programa de Aprendizagem,APRENDIZ NOTA 10. São eles: - Angélica A. de Araújo - Elétrica / CR UNG559 - José Alberto S. Bernardo - Elétrica / CR UNG559 - Natan Barbosa Rebouças - Elétrica / CR UNG559 - Diogenes Marques do Carmo - Caldeiraria / CR UNG559 - Ednael Oliveira Caldas - Caldeiraria / CR PQG563 - Ericka Araújo da Silva Oliveira - Soldagem / CR UNG559 - Fabiana Menezes Dias - Soldagem / CR UNG559

Alunos Formados pelo programa Aprendiz Nota 10.

Saiba mais sobre o Programa: Em parceria com o CIEE e SENAI, a TENACE implantou o Programa de Qualificação de Jovens nas cidades de Salvador e Camaçari, em 2006, com aprendizagem na área de Eletricidade Industrial, Caldeiraria, Solda e Rotinas Administrativas.

Hoje, a Filial de Mossoró também possui 4 aprendizes e em Manaus são 14 aprendizes. O objetivo do programa é oferecer a oportunidade do primeiro emprego, garantir a formação técnico-profissional metódica compatível com o desenvolvimento físico, moral e psicológico do jovem, contribuindo com a renda familiar.

Já são 103 aprendizes formados desde 2007, sendo 22 efetivados na empresa. A TENACE parabeniza os formandos, pela dedicação e desempenho neste período de aprendizado e lhes deseja sorte nesta nova etapa da vida!


Programa amplia horizonte de jovens
Fonte: Fundação José Carvalho 

Olhos atentos, gestos delicados e precisos. Andreza de Sena Santos, 21 anos, presta atenção aos mínimos detalhes, procurando aproveitar ao máximo a oportunidade que está recebendo. Ela é uma dos 437 estudantes beneficiados pela segunda edição do Programa Petrobras Jovem Aprendiz, realizado em parceria com a Fundação José Carvalho (FJC) e com o SENAI. Filha de um vaqueiro e de uma dona de casa, Andreza, assim como seus colegas, terá agora uma profissão e, mais do que isso,uma experiência comprovada na Carteira de Trabalho.

Andreza optou pela área de manutenção mecânica. “Nós estamos trabalhando com bombas. Fazemos a manutenção de bombas de poços de petróleo. Manutenção de pistão, limpeza de bomba, dimensionamento. Montamos, desmontamos”, conta entusiasmada. O programa oferece cursos de Manutenção Mecânica, Montagem de Andaime, Isolamento Térmico, Eletricidade Predial e Industrial, Soldagem, Auxiliar Administrativo com ênfase em Informática Básica, Pintura Industrial, Edificações e Suporte a rede de Computadores. Os cursos mais requisitados são o de Soldagem e o de Manutenção Mecânica.

Programa amplia horizonte de jovens

O Programa Petrobras Jovem Aprendiz abriu, para Andreza e seus colegas, as portas para um mundo de oportunidades. “Cada dia eu aprendo uma coisa nova. As pessoas daqui da oficina têm vontade de nos ensinar. Estamos sempre aprendendo. É bem gratificante”.

A gestão do Programa Jovem Aprendiz na Bahia é de responsabilidade da Fundação José Carvalho que, além da Petrobras, já realizou parcerias com as empresas: Perbras, Ferbasa, Schlumberger e SENAI, beneficiando ao todo 650 jovens.

José Augusto Almeida coordenador do projeto, explica que, na condição de gestora e também executora do Programa Petrobras Jovem Aprendiz, a Fundação José Carvalho busca, em parceria com o SENAI e a ACOPAMEC, promover a formação cidadã e a qualificação profissional dos jovens integrantes desta 2ª edição do Programa, tendo como fundamento a Lei 10.097/2000. “Na primeira vez que firmamos parceria com a Petrobras, atendemos 222 jovens. Agora estamos com mais 437. O programa está ganhando força, está crescendo gerando um grande benefício para a sociedade como um todo”.

Marília Menezes Pessoa é a coordenadora do Programa Petrobras Jovem Aprendiz na Bahia explica que a parceria entre a Petrobras e a Fundação José Carvalho se dá através de um convênio com duração de dois anos. Neste convênio, estão estabelecidas as responsabilidades das partes, cabendo à Petrobras a provisão orçamentária e acompanhamento técnico. A Fundação José Carvalho é responsável pela seleção e recrutamento dos jovens, além da execução do programa de aprendizagem com base na Lei da Aprendizagem 1097/2000.

A principal característica do trabalho da Fundação José Carvalho é, na avaliação de Marília Pessoa, o comprometimento com o oferecimento de um serviço de qualidade, o que para a Petrobras é condição primordial. “O Programa Petrobras Jovem Aprendiz tem como premissa básica o atendimento a jovens inseridos em contexto de vulnerabilidade social. Neste sentido, a parceria com uma instituição que tem por missão o atendimento a este público se torna fundamental. A solidez do trabalho social desenvolvido pela FJC foi a premissa para o estabelecimento da parceria em curso”, explica Marília.

Jovens de Salvador, São Francisco do Conde, Candeias, Madre de Deus, Camaçari e Alagoinhas já foram beneficiados. Cada turma de jovens permanece no Programa por um período de dois anos, com uma carga de quatro horas diárias. A remuneração é de um salário mínimo integral. Os jovens têm direito ainda a transporte, alimentação e direitos trabalhistas conforme a CLT.

A assistente social Alessandra Macedo, técnica e responsável pelo Programa Petrobras Jovem Aprendiz (PPJA) no Ativo Sul, que engloba Candeias, Taquipe e Santiago, explica que o projeto é dividido em três momentos. “A primeira etapa é de vivência básica; a segunda é específica, com o ensino profissionalizante com o SENAI; e a terceira é com a gente, a vivência prática”.

Alessandra afirma que o trabalho da Fundação José Carvalho, no primeiro momento do projeto, é muito importante. “É o momento de descoberta dos seus desejos e vocações. É o momento mais de acolhimento. A Fundação trabalha um extenso conteúdo na área de cidadania e também voltado às relações interpessoais – a questão da disciplina, do lidar com a diversidade. Nessa etapa, foi que nós podemos conhecer melhor cada história de vida. Cada jovem tem uma história de vida particular. A equipe da Fundação se aprofundou muitos no conhecimento dessas histórias de vida”.

Para Augusto Almeida, “o mais bonito do projeto é perceber a mudança de rumo que muito desses jovens experimentam. O Jovem Aprendiz é como uma janela que se abre, e dela essa garotada pode ver muito além do que viam há poucos meses”.

Número de presos capacitados no Rio aumentou 34% de 2010 para 2011

Fonte: Agência Brasil                                         Imagem: Mac Laren Oil

O Rio de Janeiro capacitou profissionalmente 10,6 mil presos no ano passado. O número representa um terço do total de detentos do sistema penitenciário fluminense e é 34% maior do que o registrado no ano anterior, quando 7,9 mil presos foram capacitados.

Segundo o secretário estadual de Administração Penitenciária, César Rubens Monteiro, o aumento é reflexo da decisão de oferecer mais cursos voltados a ofícios autônomos, como as atividades de pedreiro, costureira ou cabeleireiro. Isso porque, de acordo com o secretário, ex-presidiários encontram dificuldades em entrar no mercado formal de trabalho.

“Todo mundo sabe que quando um empregador tem que escolher entre alguém que não passou pelo sistema penitenciário e alguém que passou pelo sistema, ele vai optar por aquele que não teve passagem pelo sistema. Então começamos a desenvolver atividades em que ele não tivesse, necessariamente, que passar pelo crivo de um empregador”, disse.



Há, no entanto, casos de empresas – como o Estaleiro Mac Laren Oil – que optaram por fazer uma parceria com a secretaria e contratar ex-detentos qualificados para atividades como soldagem e pintura naval. “O custo de formação desse profissional é muito alto. Então, o empregador acaba pensando em contratar o ex-preso, para não ter que arcar com o custo da formação”, disse.

Segundo a secretaria, como não há vagas para todos os detentos, nos cursos de formação, é preciso fazer uma seleção e escolher aqueles de melhor comportamento ou aqueles que se encaixam melhor no perfil do curso.

No ano passado, dos 8,5 mil presos que deixaram o sistema penitenciário, 6 mil conseguiram ingressar no mercado de trabalho, de acordo com dados da secretaria.


Mãos femininas na soldagem
Fonte: Prefeitura Municipal de João Monlevade (PMJM)

Sem receio de pegar no pesado em um trabalho predominantemente masculino, Gleice Kely Dias, 21 e Jaciara Laila da Silva Gomes, 25, trabalham como soldadoras há 11 meses na empresa Contepe. O novo emprego surgiu depois da participação nas aulas do curso para formação de soldadores realizado no ano passado pela Prefeitura de João Monlevade em parceria com a ArcelorMittal, Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), Centro de Apoio ao Trabalhador (CAT) e empresas da cidade. Na época, foram qualificadas 175 pessoas para o mercado de trabalho em curso para pedreiros, armadores, eletricistas, carpinteiros, mecânicos e maçariqueiros. Já o curso de soldador teve a participação de 22 alunos, sendo que nove eram mulheres.
 
Jaciara Laila pretende trabalhar como soldadora para o resto da sua vida

Atrás do macacão, óculos de proteção e luvas grossas, elas se transformam em soldadoras dedicadas e recebem o elogio de seus supervisores. Parceira do projeto, a Contepe foi uma das empresas que cedeu suas instalações para as aulas práticas do curso. E foi durante essas aulas que o manejo e a atenção das duas alunas se destacaram frente ao trabalho de outros alunos.

Para o diretor da empresa, Lindomar Cota Isaías, uma grande dificuldade dos empregadores é quanto à falta de qualificação dos profissionais que almejam as vagas: “Cursos como estes que foram realizados em parceria com a Prefeitura qualificam as pessoas para mercado de trabalho na própria cidade”. O supervisor Milton Fernandes, 62, diz que, em geral, a mulher é mais caprichosa e recebe bem as críticas, quando necessárias, melhor que o homem.

Mãe de três filhas, Jaciara Layla da Silva Gomes, trabalhava anteriormente como auxiliar de cozinha e nunca pensou em fazer o curso até que mudou de opinião frequentando as aulas. “Gosto muito do que faço e quero trabalhar como soldadora para o resto da minha vida”, comenta Jaciara lembrando que o marido também participou do curso de maçariqueiro e está empregado em uma empresa parceira no projeto.

Ao ingressar na empresa, Jaciara não se viu sozinha na escolha. Outra colega do curso também foi chamada para o trabalho. Para Gleice Kelly, o curso de soldador foi a oportunidade para o primeiro emprego. “Praticamente cai de paraquedas no curso e gostei muito”, diz ao fazer referência à profissão do pai que também é soldador. “Nunca me interessei pelo trabalho de meu pai e, hoje, sempre tiro dúvidas com ele”, declara.

Projeto Melhorar
Fonte: Estaleiro Cassinú

Preocupado em criar um trabalhador preparado para assumir atividades profissionais e competir no mercado, o Grupo Cassinú continua inovando. Extintas as parcerias com outras instituições, o Grupo banca as aulas de soldagem que irão capacitar centenas de novos profissionais.

                    Aluno do Projeto Melhorar durante aula prática

A iniciativa começou com aulas à noite para os empregados que queriam se especializar. Mas o sucesso foi tão grande que estamos com turmas nos horários da manhã, tarde e noite, todos os dias, não só para os funcionários como também, para a comunidade do Gradim. O mais curioso é que, dos 41 alunos, 24 são mulheres! Mais de 50% do público em uma profissão que até bem pouco tempo era restrita aos homens. Edir Muniz, um dos instrutores do curso, defende a idéia que as mulheres são as mais interessadas.

O curso tem aproximadamente quatro meses de duração dependendo do andamento de cada turma, e ao fim das aulas os alunos recebem um certificado emitido pelo próprio estaleiro. O estaleiro não exige 2º grau completo para estudantes. Os alunos que mais se destacarem poderão ser contratados para trabalhar no Grupo. A renda salarial para a função chega a R$ 1.600,00 mensais.


Projeto Profissionalizar capacita jovens para o mercado de trabalho
Fonte: Tracbel

A Tracbel, empresa do ramo de equipamentos pesados industriais e agrícolas, desenvolve o projeto social "Projeto Profissionalizar". A cada ano, a empresa renova seu compromisso social e investe na qualificação de jovens entre 16 e 18 anos, preparando-os para a entrada no mercado de trabalho.

Turma do Projeto Profissionalizar

Através do Projeto Profissionalizar, os alunos recebem uniforme e material didático gratuitos para se dedicarem à sua formação educacional.

Durante o curso, todos eles recebem gratuitamente alimentação, aulas teóricas e práticas sobre mecânica geral, lazer, bolsa-estágio, plano de saúde, plano odontológico, seguro de vida, orientação de matérias específicas e palestras de conteúdo social, como: cidadania, prevenção da saúde, combate às drogas e educação sexual, entre outras.

Em 13 anos de existência, o Projeto Profissionalizar já formou mais de 410 alunos, mantendo uma média de 80% de inserção dos formados no mercado de trabalho.


Projeto Pescar
Fonte: Fundação Projeto Pescar

O Projeto Pescar foi idealizado em 1976, pelo empresário gaúcho Geraldo Tollens Linck, fundador e então presidente da Linck SA, revenda de máquinas e equipamentos rodoviários.
Projeto Pescar - Site da Soldagem

Na época, a empresa montou uma Unidade com 15 jovens nas dependências da própria empresa e ofereceu o curso de Iniciação Profissional em Mecânica Geral Automotiva aos jovens selecionados. A filosofia do Projeto é inspirada no provérbio de Lao Tsé: ‘Se queres matar a fome de alguém dá-lhe um peixe. Mas se quiseres que ele nunca mais passe fome ensine-o a pescar’, ou seja, ‘não dar o peixe, mas sim ensinar a pescar’.

Esta experiência se transformou em uma Tecnologia Social pioneira no Brasil e é compartilhada com as organizações franqueadas que mantêm suas próprias Unidades e encaminham os jovens capacitados ao mercado de trabalho. Além de promover a aprendizagem básica para o exercício de uma profissão nas áreas da indústria, comércio e da prestação de serviços e agronegócios, os jovens são estimulados a adotar novos hábitos e atitudes de convivência e cidadania. Desde 1995, o Projeto é administrado pela Fundação Projeto Pescar, uma organização não governamental, sem fins lucrativos, mantida por empresas e apoiada por instituições privadas e públicas, nacionais e internacionais criada para gerenciá-lo.

Atualmente, mais de 13 mil e 700 jovens já passaram pelas 111 franquias distribuídas pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Pernambuco, Bahia, Amazonas e Brasília (DF). No exterior há oito Unidades do Projeto Pescar Unidades na Argentina e uma Unidade no Paraguai, sendo que cada um destes países criou uma estrutura que é gerida e financiada de forma local. Na área da soldagem, o Projeto desenvolve o curso de Iniciação Profissional em Soldagem nos municípios de Niterói/RJ (Aliança S.A - Indústria Naval e Empresa de Navegação) e Pirangi/SP (Centro de Referência e Apoio à Juventude de Pirangi).

O futuro em nossas mãos
Fonte: Votorantim Siderurgia                                 Imagem: Sinduscon (SE)

Implantado nas unidades de Barra Mansa e Resende, com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), do Grupo de Aplicação Interdisciplinar e Aprendizagem (Gaia) e das prefeituras municipais onde está localizado, o projeto Futuro em Nossas Mãos visa formar jovens entre 18 e 29 anos em profissões técnicas com grande potencial de empregabilidade local. Os jovens também recebem aprendizado em ética, cidadania e empreendedorismo, ampliando, assim, suas chances de colocação no mercado de trabalho.

Programa Futuro em Nossas Mãos

O Programa Futuro em Nossas Mãos busca empregar os jovens em toda a cadeia produtiva de negócios da empresa e entre os seus parceiros. Como etapa inicial do projeto, foi feito um diagnóstico para verificar as principais demandas de trabalho na região sul-fluminense e constatou-se que existia carência de mão-de-obra em construção civil, operação de empilhadeira e soldagem. Com a reformulação e adição dos novos cursos, em 2008, 64 jovens se formaram.

Para o ano de 2009, a meta é formar 60 alunos em Soldam, Mecânica de Manutenção Industrial e Administração de Materiais e Logística. O Gaia, parceiro na condução do projeto, constatou que a taxa de empregabilidade dois meses após o término do curso é de 66,9% – o projeto tem como objetivo empregar, no mínimo, 50% dos jovens em cada edição. Na unidade de Resende, a Votorantin Siderurgia (VS) foi pioneira. Após uma avaliação dos resultados do projeto em Barra Mansa um diagnóstico apontou que seria possível formar uma turma piloto de soldadores que pudessem também trabalhar na futura fábrica.

A unidade em Resende, que será inaugurada em 2009, formou 14 jovens em Técnica Básica de Soldagem em parceria com o SENAI Resende. Cerca de 71% desses novos profissionais já conseguiram o seu primeiro emprego. Ainda em 2009, o projeto formará 60 jovens em Soldagem, Mecânica de Manutenção Industrial e Administração de Materiais e Logística. O Futuro em Nossas Mãos conta com a formação de uma rede de parceiros para elevar as oportunidades de emprego e lançou um termo de parceria que é assinado pelas empresas contratadas da VS na região.


Cidades da Solda
Fonte: ESAB / Promimp Imagem: Petrobras

Com o objetivo de capacitar jovens carentes para trabalhar como soldadores e maçariqueiros, colaborando diretamentepara sua inserção no mercado de trabalho, o projeto Cidades da "Solda" disponibiliza para esses jovens uma oficina didática de soldagem onde são realizados os cursos e treinamentos.

Projeto Cidade da Solda

O Projeto foi criado em 2005, numa parceria da ESAB, Prefeitura de Contagem (MG), Fiemg, SENAI, SEBRAE e empresas da região, com apoio do Promimp. Hoje, além de Minas Gerais, o Projeto já é desenvolvido em São Paulo, Bahia, Pernambuco, Paraná e Rio de Janeiro.

Alunos da Escola de Engenharia da UFMG auxiliam na qualificação de Soldadores
Fonte: CIPMOI

O Curso Intensivo de Preparação de Mão-de-Obra Industrial (CIPMOI) iniciou-se no ano 1957, por iniciativa do Diretório Acadêmico da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais.

Projeto CIPMOI - Site da Soldagem

Com a finalidade de capacitar a mão-de-obra industrial atuante nas áreas de construção civil, execução e manutenção elétrica e mecânica, beneficiando, principalmente, a sociedade não universitária da região metropolitana de Belo Horizonte. Entre os diferentes cursos oferecidos, destaca-se o Curso de Tecnologia da Soldagem, voltado à capacitação de mecânicos, soldadores e ajudantes a elaborar e a executar procedimentos de soldagem nos diversos setores da indústria.


Projeto União
Fonte: ITEC UFPA

Se soldar significa unir, os alunos que coordenam o Projeto União, da Faculdade de Engenharia Mecânica, do Instituto de Tecnologia da UFPA, sabem fazer isso muito bem.

Projeto União - Site da Soldagem

Desde janeiro deste ano, 20 jovens em idade entre 18 e 25 anos de bairros periféricos de Belém, que ainda não estavam inseridos no mercado de trabalho, aprendem entre outras habilidades, conceitos técnicos da soldagem, manipulação, segurança e execução de soldas.

A iniciativa tem como principal finalidade “formar soldadores profissionais para o mercado de trabalho e retirar jovens da situação de risco social e pessoal”, afirma Rodrigo Sampaio, aluno do 7º semestre do curso de Engenharia Mecânica e um dos coordenadores da iniciativa. Segundo ele, o nome do projeto é tanto pelo significado do “ato de soldar”, ou seja, unir dois materiais, como também por fazer a “união” entre a comunidade e a universidade.


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Carrers in Welding
Soldagem & Inspeção
Revista Corte & Conformação de Metais
FBTS em Revista
Revista da Soldagem
Revista Pipeline & Gas Journal
Revista Solução
Insight – Non-Destructive Testing and Condition Monitoring
Revista Svetsaren
Welding Innovation
Canadian Welding Association Journal
Fronius Weld+Vision
Welding Journal
Welding in the World
The Paton Welding Journal
Science and Technology of Welding and Joining
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DVS-Magazin
Revista Latinoamericana de Metalurgia y Materiales
Revista de Metalurgia
Science and Technology of Welding and Joining
Welding International
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Welding and Cutting
International Journal of Pressure Vessels and Piping
Welding World Magazine
Gasworld Magazine
Quarterly Journal of Japan Welding Society
The Fabricator
Revista Inovação
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